Quem sou eu?

Uma pessoa facíl de ser dominada por um carinho, atenção, companheirismo, sei retribuir com amor as pessoas que me amam de verdade... E desejo a elas toda felicidade do mundo! E o que mais admiro, são todos os sentimentos bons, posso ñ agradar a todos pois ñ sou perfeita se nem jesus agradou a todos ñ seria eu a agradar... Mais me esforço pra agradar, muitas vezes posso parecer fragil como um recém-nascido, outras vezes grossa e bruta como um leão furioso, sou muito companheira como um animal de estimação... E tenho uma memoria de elefante pq nunca esqueço das lembranças de minha vida! Quem sou eu? Uma simples menina que procura ser feliz...

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Fofoca de uma doméstica! Para rir...

Aproveitando a ausência dos patrões, Dircinéia pega o telefone e fofoca com a amiga Craudete:

-Oi Crau, hoje de manhã eu fui à feira. Antes de sair, meu patrão me pediu para eu trazer figo.
Aí eu perguntei:
- Figo fruta ou bife de figo?
- O home ficou uma fera.
Gente fina, seu Adamastor, num ligo não.
Ele tem sistema nervoso. Também, com um emprego chato daqueles, vou te contar.
Ele é Fiscal da Receita. Deve ser um saco ficar conferindo receita de médico o dia inteiro.
Depois chegou o Adamastor­zinho, o filho mais novo deles. Acabou de ganhar um carro todo equipado. Tem roda de maionese, farol de pilha, teto ensolarado e trio elétrico. Não sei por que trio elétrico num carro deve ser porque ele gosta de música baiana.
- Cê num sabe da úrtima? Eu discubri que aqui nessa mansão que eu trabaio é tudo fachada!
- Como assim, Dircinéia ?- pergunta a colega, confusa.
- Nada aqui é dos patrão ! Tudo é imprestado! TUDO! Cê cridita numa coisa dessas ? Óia só: a rôpa que o patrão usa é dum tal de Armani... a gravata é dum tal de Perre Cardine... os moveis são do tal Luis quinzi, o carro é de uma tal de Mercedes... nadica de nada é deles.
- Nooooossa, que pobreza!
- E além de pobre, eles são muito inxibido, magina que ôtro dia eu escutei o ‘patrão no telefone falano que tinha um Picasso.
- E num tem?
- Que nada, fia... é piquinini­nho de dá dó !’

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